Editora: WMF Martins Fontes
Páginas: 229
Minha classificação: 3/5

Sinopse: Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras que, cansado de sua vidinha pacata e sem graça em casa, vai estudar num colégio interno à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o “Grande Talvez”. Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young, uma garota inteligente, espirituosa, problemática e extremamente sensual, que o levará para o seu labirinto e o catapultará em direção ao “Grande Talvez”.


Resenha

Que os livros do John Green é um fenômeno de vendas nos últimos tempos não é nenhuma novidade. E que todos parecem amar os livros: também não é. Mesmo depois ler três livros dele ainda não consegui amar tanto, mas depois de ler várias e várias resenhas de vários livros dele, eu vi que o problema é entre eu e os personagens, eles não conseguem me cativar, e não entre eu e a história. Até porque, após o termino dos que já li (Quem é você, Alasca?, Cidades de papel e A culpa é das estrelas) me peguei refletindo sobre o tema abordado nos livros.
Miles, ou “Gordo”, decide que é hora de ir atrás do “Grande Talvez”, que um escritor citou em um livro, e vai estudar em um colégio interno de Culver Creek, em outra cidade. E ele tem o habito de colecionar últimas palavras. E  é no colégio novo que ele conhece a enigmática Alasca. Ele a conhece através de Chip, ou “Coronel”, seu amigo de quarto. E aí começa um grupo de amizade, entre eles e outros.

“Se ao menos conseguíssemos enxergar a infinita cadeia de consequências que resulta das nossas pequenas decisões. Mas só percebemos tarde demais, quando perceber é inútil.”

No livro vemos Miles adentrar no mundo adolescente com outros adolescentes; bebidas, cigarros e sexo fazem parte desse mundo. E claro, seu amor não declarado – mas bem visível -, por Alasca. A ambientação, quase que completa do livro acontece no colégio. Tem momentos bastante divertidos, compras ilegais de bebidas, fugidas noturnas…
Gosto bastante dos temas que John Green aborda nos seus livros, esse é um ponto bastante positivo para mim. Nesse livro, por exemplo, ele fala sobre perdas, sobre o labirinto de sofrimento em que muitos vivem, entre outros. 
No livro temos um suspense, pois ele é dividido em antes e depois de algo acontecer, através da contagem dos dias anteriores e posteriores. E faz com que criemos uma expectativa. E em nenhum momento deduzi corretamente o que aconteceria para que ocorresse o depois.
Nenhum personagem me cativou. O ponto positivo para mim, como eu disse anteriormente, é os temas que ele aborda em seus livros.
Quem já leu? Se tiverem feito resenha, deixem o link nos comentários que quero ver outras opiniões! 🙂
Beijos, até a próxima.

7 comentários em “Resenha | Quem é você, Alasca?, de John Green

  1. Acho que você me descreveu. As personagens do John Green NÃO me cativam, não funcionam comigo. Não consigo ver profundidade, apenas atitudes forçadas. Sinceramente, não funcionou: já li Cidades de Papel, A Culpa é das Estrelas, O Teorema Katherine, Quem é Você, Alasca?… O melhor deles é ACEDE, pra mim, mas ainda não é meu preferido.

    Clara
    @clarabsantos
    clarabeatrizsantos.blogspot.com

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  2. Dessa forma clara! Também que eles são forçados! Tem uns personagens de uns livros, que vivemos tudo com eles, tipo Harry Potter, Tris (trilogia Divergente) Katniss (trilogia Jogos Vorazes), mas com os personagens do John, não consigo entender eles, e me “aventurar” com eles.

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