Autor: Alessandro D’Avenia
Editora: Bertrand Brasil
Paginas: 368
Nota: 5/5 

Sinopse: Chega ao Brasil Branca como o leite, vermelha como o sangue, de Alessandro D’Avenia, o romance sobre o ano mais intenso na vida de um jovem, em que ele aprende a lidar com os próprios sentimentos e, consequentemente, com seu amadurecimento. Leo é um garoto de dezesseis anos como tantos: adora o papo com os amigos, o futebol, as corridas de motoneta, e vive em perfeita simbiose com seu iPod. As horas passadas na escola são uma tortura, e os professores, “uma espécie protegida que você espera ver definitivamente extinta”. Apesar de toda a rebeldia, ele tem um sonho que se chama Beatriz. E, quando descobre que ela está terrivelmente doente, Leo deverá escavar profundamente dentro de si, sangrar e renascer para a vida adulta que o espera. Um traço interessante na narrativa de D’Avenia é a técnica de utilizar cores para descrever os sentimentos e as sensações do menino Leo; por exemplo, o branco, sinônimo de solidão e silêncio: “O silêncio é branco. Na verdade, o branco é uma cor que não suporto: não tem limites. (…) Ou melhor, o branco não é sequer uma cor. Não é nada, é como o silêncio.” (p. 10) O leitor perceberá a transformação de um garoto com todas as características da juventude – rebelde, egoísta, egocêntrico – numa pessoa madura e responsável. Essa mudança começa a ser percebida quando Leo deixa de jogar o jogo decisivo do campeonato de futebol para cuidar de sua amiga doente. A convivência despertará nele o sentimento de cumplicidade e do verdadeiro amor, promoverá o debate do que é realmente o sonho e mostrará que, no crescimento emocional, é importante a presença de um orientador, um mentor.Branca como o leite, vermelha como o sangue não é apenas um romance de formação ou uma narrativa de um ano de escola: é um texto corajoso que, por meio do monólogo de Leo – ora descontraído e divertido, ora mais íntimo e atormentado –, conta o que acontece no momento em que, na vida de um adolescente, irrompem o sofrimento e o pesar, e o mundo dos adultos parece não ter nada a dizer. 

Resenha

Eu amei esse livro logo de cara, não tem como não amar a capa e a sinopse me deixou extasiada. Mas agora que terminei de lê-lo, fico sem palavras pra dizer o quanto gostei da historia. Mas vamos tentar.
Leo tem 16 anos, e é impossível não se apaixonar por ele, em termo gerais. Silvia  é sua melhor amiga, ele confia nela plenamente, a relação dos dois é algo incrível. Mas o coração de Leo bate mais forte mesmo é por Beatriz, a garota de cabelos vermelhos e olhos verdes. Leo odeio branco e ama o vermelho.
Okay. Peço desculpas pelo paragrafo acima, ficou meio confuso, mas foi a forma que achei pra contar um pouco sobre o enredo.  E impossivél não torcer pelo Leo e pela Beatriz, mas nem tudo são flores e quando o vermelho de Beatriz for embora, você vai sentir o mesmo branco que Léo está sentindo.
A Beatriz e que faz o final desta história, mesmo não estando nele. E ela que diz ao Leo quando seus olhos brilham. Acho que de muitas mensagens que este livro pode passar, a que mais me comoveu foi a que mostra que o certo pra você, pode está do seu lado o tempo todo. Somos tão cegos.
Pra quem está procurando um livro diferenciado dos demais e com uma historia fascinante ESSE É O LIVRO. 
“O amor não existe para nos fazer felizes, mas para demonstrar
o quanto é grande a nossa capacidade de suportar a dor.”
Desculpem pelo tamanho da resenha.
Beijos.

2 comentários em “Resenha I Branca como o leite, Vermelha como o sangue (Alessandro D’Avenia)

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