Autor: Anne Bishop
Editora: Saída de Emergência Brasil
Páginas: 432

Sinopse: O Reino Distorcido se prepara para o cumprimento de uma antiga profecia: a chegada de uma nova Rainha, a Feiticeira que tem mais poder que o próprio Senhor do Inferno. Mas ela ainda é jovem, e por isso pode ser influencida e corrompida. Quem a controlar terá domínio sobre o mundo. Três homens poderosos, inimigos viscerais – sabem disso. Saetan, Lucivar e Daemon logo percebem o poder que se esconde por trás dos olhos azuis daquela menina inocente. Assim começa um jogo cruel, de política e intriga, magia e traição, no qual as armas são o ódio e o amor. E cujo preço pode ser terrível e inimaginável.


 Quem nunca escolheu um livro pela capa? Eu fiz e não me arrependi. A Filha do Sangue é a melhor fantasia na qual viagem depois das Crônicas de Narnia.
         O primeiro livro da trilogia Joias Negras nos apresenta um novo mundo chamado Reino Distorcido, um mundo completamente dominado pela magia num reino dividido por castas cujo comando e autoridade é inteiro regido por mulheres – um diferencial incrível e marcante. Mas como todo bom e velho governo, a retidão e valores não duram para sempre e logo as governantes esquecem o significado se serem Filhas do Sangue e o real valor de suas pedras.
        Bem, o resto da historia vocês podem acompanhar pela sinopse e melhor ainda, lendo o livro. Algo que marca e choca logo no início do livro além do governo pleno matriarcal é descobrir que os homem possuem um colar de obediência que são colocados em sua genitália. Apesar de tudo, a ficção que nos rodeia é viva e indescritível. Os personagens são extremamente envolventes, impossível não se apaixonar pelo poder e sensualidade Daemon ou astúcia e paixão do Lucivar irmão tão diferentes quanto possível mas que acabam por ter o mesmo dever designado.
        A minha maior dor é saber que hoje não vivo mais num triangulo amoroso formado por Travis Maddox, e Warner Anderson e eu mas, num pentágono onde cabem além do Maxon – príncipe de Ilhéa do livro A Seleção – e Daemon, escravo sexual das sacerdotisas de Terreille.

         Cada capítulo do livro tem como rótulo de descrição o local do reino onde se passa o que nos permite imaginar a extensão do reino. Sobre a estética do livro vocês não podem discordar que é de tirar o fôlego ela é vazada e as joias de destaques na lateral parecem até real.

 Enfim, não vejo a hora de continuar a acompanhar a trilogia estou apaixonada!!

 Beijos, Milla Almeida.

22 comentários em “Resenha | A Filha do Sangue (Anne Bishop)

  1. OOOOOOOOOI, Millaaaaaa! Tuuuuudo bom? Espero que sim, hahaha! ♥ Eu já escolhi, sim, o livro pela capa, uahsuhasuhs! Nunca julguei, mas já escolhi! Nem tem como evitar, né? Tem muuuuuitas capas lindas! Hmm, achei bem diferente essa parte de as mulheres serem “comandantes”, uma atitude nada machista! Nossa, me assustei com esse tal colar! Ele serve para eles obedecerem as mulheres? Hahaha! Interessante essa descrição do lugar do reino, bem autêntico, haha! ♥ Demaaaaais sua resenha, Milla! Adorei esse livro, me parece muito bom! <3

    Um enoooooorme e grande beijo,

    Juu-Chan || Nescau com Nutella

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  2. Olá =).
    Eu li esse livro e adorei, apesar de ter algumas partes que foram bem complicadas de se ler (sobre incesto, pedofilia e etc). Mas, de uma maneira geral, gostei muito da leitura e estou ansiosa pela continuação.
    Beijos.

    memorias-de-leitura.blogspot.com

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